Você não está sozinha (o): veja como conseguir o benefício para quem tem autismo
- Pedro Henrique Oliveira

- 4 de mar. de 2025
- 1 min de leitura

Um menino de 4 anos, diagnosticado com autismo severo (nível 3), conseguiu na Justiça o direito de receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) – um salário mínimo por mês pago pelo INSS a pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade.
O que aconteceu?
Os pais do menino pediram o benefício em 2022, mas o INSS negou, alegando que a renda da família ultrapassava o limite permitido.
Eles entraram na Justiça e o juiz analisou a realidade da família:
✔ A mãe trabalha como faxineira e ganha R$ 806 por mês
✔ O pai recebe auxílio-acidente (R$ 706) e seguro-desemprego (R$ 1.412)
✔ Os gastos mensais da família (remédios, consultas, alimentação, contas) chegam a R$ 2.578
Por que o juiz deu ganho de causa?
✔ O menino precisa de cuidados 24h (não fala, grita e não interage com outras pessoas)
✔ A família não consegue arcar com todos os custos sozinha
✔ O INSS foi condenado a pagar o benefício retroativamente (desde quando foi negado)
Se você conhece alguém que passa por algo parecido:
É possível recorrer! Muitas vezes, o INSS nega, mas a Justiça reconhece a necessidade
A renda familiar pode ser analisada de forma mais justa, considerando os gastos reais
Compartilhe essa informação! Muitas famílias não sabem que podem lutar por esse direito.




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